As pernas pesam. O tempo não passa. As cores se perdem na tristeza. Pessoas, rotinas, futuro. Tudo parece distante, mesmo que tão proximo. Sinto o ritmo pulsante dentro de mim, apesar de toda uma vida parecer tão mortalmente silenciosa. Fora do meu lugar, fora de sintonia com o pulsar do meu coração. Vejo o rosto mudando, vejo a areia caindo. O tempo não para.
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